A Organização das Nações Unidas
(ONU) está preocupada com o desenvolvimento dos Robôs Autônomos Letais que tem
autonomia de decidir quem ou o que destruir, pois os mesmos não teriam a
condição de distinguir alvos militares de civis, e também entre soldados
lutando dos que querem se render. Outro questionamento é que se acontecesse uma
tragédia, quem seria o responsável por tal acontecimento. Esses equipamentos
estariam sendo desenvolvidos por EUA, Grã-Bretanha e Israel. A ONU propõem que
esses países procurem outras alternativas, ou seja, façam testes para que não
haja tragédias. Segundo Christof Heyns, relator especial da ONU para execuções
extrajudiciais, se os países seguissem o que a ONU está pedindo, permitiria um
envolvimento internacional no debate sobre a ética do uso dos Robôs Autônomos
Letais em conflitos armados. Visto isso, percebe-se que esses robôs, se usados
sem um aperfeiçoamento, podem matar civis, e isso poderá causar muita
polêmica em torno de todo o mundo. Os países que usarem deste equipamento,
deveriam fazer testes para assegurar total confiabilidade para que esses
armamentos não matem civis.
Por Vitor Hamm Gomes e José
Vitor Melchioretto.
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