A inovação prevê que em vez de digitar senhas, bastaria ao usuário apresentar um chip colado ao braço ou até mesmo engolir o acessório de identificação, que iniciaria um processo de comunicação entre aparelho e usuário. “Essencialmente, todo o corpo se torna um token de autenticação. Quando encosto em meu telefone, meu computador, em minha porta ou meu carro, estou autenticada”, afirmou Regina Dugan, vice-presidente de Tecnologia Avançada da empresa.
A especialista classifica a pílula como uma tecnologia que funciona assim: dentro da cápsula fica um chip que transmite sinais similares aos de um eletrocardiograma por meio do corpo. No celular, por exemplo, o aparelho pode captar os sinais específicos do comprimido e funcionaria com a aproximação. Tanto a pílula inteligente quanto o chip que funciona sobre a pele são dispositivos usados há algum tempo pela indústria médica como ferramentas de diagnóstico.
Nota-se que essa inovação tem como objetivo promover mais segurança para dificultar o acesso a equipamentos dos usuários, porém pode acometer novos processos para falsificação de senhas e processos de autenticação. Sendo que, o que é seguro para um, pode ser inseguro para outro.
Por Karolina Biff e Isabela Buch - EM 131
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