O Exército Brasileiro em parceria com a Petrobrás desenvolveu uma nova tecnologia com fibras de carbono, mais barata e tão resistente quanto as existentes no mercado mundial. Proveniente do fundo dos barris de petróleo, que até agora tinham pouca utilidade, o preço médio do quilo brasileiro seria de 10 a 15 dólares, enquanto o americano e o japonês (provenientes do piche de alcatrão) variam de 50 a 1000 dólares.
O novo produto seria muito utilizado em automóveis, já que diminui a emissão de poluentes e aumenta a eficiência energética e em armamentos, como capacetes, metralhadoras e até viaturas mais leves. A produção em larga escala ainda está sendo estudada pela Petrobras, que apresentou o estudo no Carbon 2013 (Congresso Mundial do Petróleo).
O novo produto seria muito utilizado em automóveis, já que diminui a emissão de poluentes e aumenta a eficiência energética e em armamentos, como capacetes, metralhadoras e até viaturas mais leves. A produção em larga escala ainda está sendo estudada pela Petrobras, que apresentou o estudo no Carbon 2013 (Congresso Mundial do Petróleo).
É importante notar a crescente participação brasileira no mercado mundial, principalmente como exportador de tecnologia. Além de trazer mais divisas para o país, essas novas descobertas trazem a promessa do desenvolvimento e troca de papeis da divisão internacional do trabalho.
Por Luana Lopes Lara, EM132
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