Divulgado na segunda-feira (13 de maio) pela Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae),a pesquisa mostra que 2.849 trabalhadores foram resgatados de condições análogas às de escravidão. Para o alcance de tais resultados, o MET (Ministério do Trabalho e Emprego) realizou 255 ações de fiscalização, que superam em quantidade de casos a dos anos anteriores(2010 e 2011). Para as autoridades responsáveis, esses resultados indicam uma melhoria na fiscalização dos casos, mas também podem indicar uma mudança nas características dos casos. “Hoje, a gente não pode entender a quantidade de vítimas sem se debruçar mais sobre os números. Pode estar acontecendo uma redução significativa ou pode também estar acontecendo uma mudança no perfil com uma ‘sofisticação’ dos casos de trabalho escravo”, ressalta José Guerra, coordenador da Comissão Nacional de Combate ao Trabalho Escravo (Conatrae) e integrante da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR).
Em 2007, 5.999 pessoas foram libertadas, muita diferença comparada a do ano passado, mas mesmo assim, não pode haver acomodação do governo e de nós diante de tais números, percebe-se a mudança, mas não se pode negar que a escravidão ainda é um problema a ser trabalhado em nosso país. E a primeira medida já foi tomada, complemento ressaltando que é a principal, que foi a aplicação dos royalties do petróleo para a educação, pois há a consciência de que a maioria desses casos de escravidão acontece por que muitos não possuem renda alguma e um trabalho onde a pessoa ganha muito pouco, mas trabalha muito, perto de não ter realmente nada, é muito mais vantajoso,sendo que para ela conseguir um trabalho de carteira assinada , em muitos lugares, o mínimo é a conclusão do ensino médio,mas muitos nem o primário concluíram.
Fonte
Por Gustavo Della Giustina e Romilson França Filho
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